Aqui será a areia fina...a falésia...onde, entre voos, poisarei para descansar e meditar, depois voltar a voar entre o azul do mar e o azul do céu.
terça-feira, abril 04, 2006
Confia
As coisas acontecem na hora certa
As coisas acontecem exactamente quando devem acontecer!
Lê a primeira linha com atenção!!!
Se Deus trouxe isto até ti, Ele te trará algo através disto!
Momentos felizes, agradece a Deus.
Momentos difíceis, procura Deus.
Momentos silenciosos, adora Deus.
Momentos dolorosos, confia em Deus.
Cada momento, louva a Deus.
Que se faz?

Que se faz
Quando se perde a vontade de viver?
Que se faz
Quando a vida parece não fazer sentido?
Que se faz
Quando os contratempos são cada vez mais?
Que se faz
Quando ninguém nos compreende?
Que se faz
Quando se faz e nada aparece feito?
Que se faz
Quando se pede e Ele não nos ouve?
Que se faz
Quando a Luz não nos ilumina?
Que se faz?
terça-feira, março 28, 2006
Pensamento do dia

Um professor de filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro.
“Provem-me, por escrito, que esta cadeira não existe. “
Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto. No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras numa folha de papel e entrega-a ao professor...
Este, quando a recebe, não contém um largo sorriso depois de ler: Que cadeira ?"
(ser inteligente é ter simplicidade para resolver questões!)
quinta-feira, março 23, 2006
Com muito carinho...

As crianças são incrivelmente encantadoras.
A professora mandou os alunos fazerem uma composição sobre a escola.
Eis o que se lia numa delas:
"A minha escola é pequena, mas muito bem arranjada. A minha escola é como se fosse um jardim, nós, os alunos somos as flores e a senhora professora é como se fosse um monte de estrume que nos faz crescer belos e fortes."
Sem palavras....
quarta-feira, março 22, 2006
sexta-feira, março 17, 2006
Dia do PAI
terça-feira, março 14, 2006
Anedota
sexta-feira, março 10, 2006
A espera
De cigarro no canto dos lábios
vermelhos de tesão
no teu intimo mais profundo
caminham pensamentos dispersos
sedentos de paixão
vagueando pelo universo
da tua mente
das tuas ideias
dos teus pensamentos
multicolores ou translúcidos
De cigarro no canto dos lábios
sentes o teu corpo pedir
mais de ti
mais do outro
num acto uno a dois
onde o masculino se mistura com o feminino
e o amor se transforma em sexo ardente
De cigarro no canto dos lábios
vermelhos usados e abusados
por homens sem rosto
com alturas e comprimentos diversos
os teus pensamentos concretos
ardentes de ilusão
vão-se esfumando aos poucos
tal como o cigarro
que agora acabou.
vermelhos de tesão
no teu intimo mais profundo
caminham pensamentos dispersos
sedentos de paixão
vagueando pelo universo
da tua mente
das tuas ideias
dos teus pensamentos
multicolores ou translúcidos
De cigarro no canto dos lábios
sentes o teu corpo pedir
mais de ti
mais do outro
num acto uno a dois
onde o masculino se mistura com o feminino
e o amor se transforma em sexo ardente
De cigarro no canto dos lábios
vermelhos usados e abusados
por homens sem rosto
com alturas e comprimentos diversos
os teus pensamentos concretos
ardentes de ilusão
vão-se esfumando aos poucos
tal como o cigarro
que agora acabou.
2 de Novembro de 2004
sexta-feira, março 03, 2006
Anedota
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
A respeito de uma fotografia

Chocolate com pimenta
Oh
Como gostaria
De ser esse chocolate
Por sobre o teu doce peito
Lambendo leve levemente
Suavemente até
Esses poros do teu belo corpo
Oh
Como desejo ardentemente
Qual pimenta
Percorrer todo o teu ser
Com beijos e carícias
Nas mais infindas partes
Secretas e escondidas também
Oh
Como anseio
Derreter-me todo em ti
E sentir o tremor do teu corpo
Por sobre o meu
Como uma pimenta
No meio de chocolate quente
22 de Fevereiro de 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
C R I S T I N A
Tu…Meu Amor
És o Sol da manhã
Que aquece o meu Coração
Nos dias frios de Inverno
Tu…
Minha Amada
És quem eu procurava
No meio da multidão
De mulheres sem amor
Tu…
Minha Esposa
Para além de Companheira
Amiga, Amante e Mãe
És a minha Confidente
Tu…
Minha Estrela
Nas noites de luar
És quem neste caminho sinuoso
conduzes “aquilo”
Que damos pelo nome de Amor e Vida a Dois
Tu…
Tu és tudo para mim.
20 de Fevereiro de 2006
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Lendas da Ilha do Corvo
|
| |||||||
Uma corrente a não quebrar
Uma corrente a circular na net e passada para mim…
O meu amigo Luís passou para mim e aqui estou eu a responder…
Quatro empregos que já tive na vida:
1.Durante uns anos estudei.
2. Comecei a trabalhar realmente com 14 anos num escritório 3.Trabalhei na Base Aérea n.º 4 durante 5 anos
4. Trabalho na Administração Local
Quatro pessoas mais importantes na minha vida:
1. O meu filho
2. A minha mulher
3. A família
4. Os amigos, poucos mas bons.
Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
1. Dune, de David Linch
2. Musica no Coração
Não me lembro de mais nenhum
Quatro livros que adorei ler:
Tantos que já li que não posso dizer 4 em especial…
Quatro sítios onde vivi:
1. Lisboa
2. Pedrógão Grande
3. Praia da Vitória
4. Angra do Heroísmo
Quatro séries televisivas que não perco:
Gosto de documentários nos canais tematicos
Quatro sítios onde estive de férias:
1. Áustria
2. França
3. Itália
4. Espanha…
Quatro dos meus pratos preferidos:
1.Massas
2.Bacalhau de todas as maneiras
3.Mariscos
4.Comidas alternativas
Quatro Websites que visito diariamente:
1.O meu…rs
2. Azoriana
3. Iscra
4. E outros mais
Quatro sítios onde gostaria de estar agora:
1.Em casa
2. Num sitio paradisíaco com a mulher e filho
3.Na Áustria
4.Na Islândia ou Alasca
Quatro bloggers que desafio a fazer este questionário:
Live at Portugal
Moriana
Pimenta com chocolate
Shosana no céu e na terra
O meu amigo Luís passou para mim e aqui estou eu a responder…
Quatro empregos que já tive na vida:
1.Durante uns anos estudei.
2. Comecei a trabalhar realmente com 14 anos num escritório 3.Trabalhei na Base Aérea n.º 4 durante 5 anos
4. Trabalho na Administração Local
Quatro pessoas mais importantes na minha vida:
1. O meu filho
2. A minha mulher
3. A família
4. Os amigos, poucos mas bons.
Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
1. Dune, de David Linch
2. Musica no Coração
Não me lembro de mais nenhum
Quatro livros que adorei ler:
Tantos que já li que não posso dizer 4 em especial…
Quatro sítios onde vivi:
1. Lisboa
2. Pedrógão Grande
3. Praia da Vitória
4. Angra do Heroísmo
Quatro séries televisivas que não perco:
Gosto de documentários nos canais tematicos
Quatro sítios onde estive de férias:
1. Áustria
2. França
3. Itália
4. Espanha…
Quatro dos meus pratos preferidos:
1.Massas
2.Bacalhau de todas as maneiras
3.Mariscos
4.Comidas alternativas
Quatro Websites que visito diariamente:
1.O meu…rs
2. Azoriana
3. Iscra
4. E outros mais
Quatro sítios onde gostaria de estar agora:
1.Em casa
2. Num sitio paradisíaco com a mulher e filho
3.Na Áustria
4.Na Islândia ou Alasca
Quatro bloggers que desafio a fazer este questionário:
Live at Portugal
Moriana
Pimenta com chocolate
Shosana no céu e na terra
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Diogo
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
E fabuloso como o cérebro descodifca esta mensagem

UM D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314.
3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, M45 C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40:
G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R.
M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!!
S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
0 R3570 3 F3170 D3 4R314.
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Lendas da Ilha do Corvo

Lenda da Estátua Equestre da Ilha do Marco ou do Corvo
Já passava de meados do séc. XV, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar.
Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estatua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto por uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada e a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as índias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedras, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: "Jesus, avante!". Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé de Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha - Ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
Eleane (em memoria do meu passado) 6º capitulo e último

- O que o Sérgio está a tentar dizer-te Eleane, é que nós temos pensado muito seriamente em... ficar contigo! - terminou a Catarina.
Ambos ficaram a olhar para a pequena como que à espera de um sinal, uma luz, uma resposta.
- Só não sabemos é se tu gostarias de ficar a viver connosco, como se fosses nossa filha. - interrompeu o Sérgio o silêncio então criado.
- Decidas o que decidires nós também gostámos muito de te ter tido estes dias. Para nós, também, foram muito maravilhosos. - disse a Catarina.
Dos olhos da pequena Eleane começaram a sair, aos poucos, pequenas lágrimas. Levantou-se da cadeira onde até então estivera sentada, e correu para os braços deles.
- Quero muito ficar a viver convosco como se fosse vossa filha... Mãe, Pai.
F I M
Eleane (em memória do meu passado) 5º capitulo

A conversa entre elas continuou. Adivinha-se do que estariam a falar.
Entretanto o casal continuava a falar com a senhora da casa. A dada altura, ele perguntou:
- Desculpe a pergunta que lhe vou fazer, e espero que não me interprete mal, mas já alguém levou daqui alguma criança destas, definitivamente?
- Olhe, desde que tomo conta, e já lá vai para vinte anos, lembro-me apenas de seis ou sete casos. Mas por que é que pergunta?
- Bom, nestes dias que temos passado com a Eleane, pensámos seriamente na possibilidade de ela passar a viver connosco, como se fosse nossa filha. Sabe, ela é muito meiga e querida. Está a precisar de ter uns Pais, e nós gostamos muito dela.
- Posso tentar saber como é que essas coisas se processam, já que o último caso já foi há cerca de 10 anos. Estão então realmente interessados em ficar com... a Eleane? - perguntou a Senhora.
Tem piada, era a primeira vez que ela utilizava um tom de voz menos agressivo com alguém.
- Ainda temos mais dois dias para estar com ela, não é? - perguntou a Catarina.
- Pelos papeís é, mas, se estiverem realmente interessados como parece, não vejo razão para ela não ficar mais alguns dias, e ver o que sucede entretanto. Mas já falaram com ela sobre isso?
- Ainda não. Mas estamos a pensar falar nisso ainda hoje mesmo. - responderam.
Depois daqueles "minutos" passados, voltaram todos os três para casa, afinal ainda tinham mais dois dias.
Já em casa a pequena comentou com eles:
- Queria que soubessem que gostei muito deste dia e de todas as prendas que me deram, mas a melhor de todas foi o de ter vindo passar estes dias maravilhosos com os Senhores. Enquanto viver, nunca mais me vou esquecer do casal que me fez sentir feliz, ainda que tenha sido só por alguns dias. - disse-o com alguma comoção e com uma pequena lágrima a querer fugir-lhe do olho.
- Olha Eleane, nós temos andado para te falar sobre uma coisa há já alguns dias, mas não sabemos por onde começar. - disse o Sérgio.
(continua)
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
Eleane (em memória do meu passado) 4º capitulo
Do quarto responderam:- Espera um pouco e vamos todos ver, sim Eleane?
- Está bem. - respondeu ela.
Não sei se vos diga, se vos conte, mas só mesmo visto. A pequena Eleane tinha uma pilha de prendas: bonecas, fatinhos, livros de desenho, jogos, eu sei lá. Tanta coisa que ela não sabia por onde começar. Estava muitíssimo contente.
- Gostaste do que o Pai Natal te trouxe Eleane?
- Gostei sim, mas tenho uma coisa para dizer. Eu sei que o Pai Natal não existe, sei que o verdadeiro Pai Natal foram vocês, e por isso gostei ainda mais do que fosse ele. Muito obrigada por todas as prendas... mas os meus amigos e amigas de lá, nem uma têm. - respondeu ela.
- Se gostas tanto deles, porque é que não dás uma ou duas prendas das tuas a eles?
- Se não ficassem chateados... - disse ela.
- Porque é que havíamos de ficar chateados, se afinal as prendas são tuas?
- Podemos ir lá hoje? - perguntou ela.
- Se quiseres, podemos ir logo após o pequeno-almoço.
As crianças, quando os viram chegar, ficaram muito contentes, porque viam muitos brinquedos, e naturalmente seriam para todos brincar.
- Já vêm trazer a pequena? - perguntou a Senhora da casa.
- Não!?! Ela é que queria dar algumas prendas aos seus amigos e como não achamos nada de mais nisso, viemos. - respondeu o Sérgio.
- Por um instante pensei que ela tivesse feito alguma coisa má. Se assim fosse, levava um grande castigo.
Entretanto as crianças estavam alheias aquela conversa de Adultos. Eles queriam era brincar. Naquela altura esqueceram tudo o tinham passado nesse ano: os castigos, a falta de afecto, tudo de mau que tiveram que passar.
- Eles gostaram muito de ti, não foi Eleane? perguntou a Alexandra, que era uma amiga dela.
- Parece que sim Xana, e eu também estou a gostar deles. Ainda tenho mais dois dias para me sentir assim. Feliz e pensar que são os meus Pais. - respondeu ela.
(continua)
Mar
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Pensamento
domingo, janeiro 29, 2006
Eleane (em memória do meu passado) 3º Capitulo

- O Pai Natal a mim, nunca me trouxe nada do que eu queria, só me dá roupa e sapatos. - disse a pequena.
- E o que é que querias que ele te trouxesse? - perguntou ela.
- Queria que me trouxesse uma casa e uns Pais.
- E não querias antes que ele te trouxesse os teus Pais?
- Não. Se os meus Pais me deixaram atrás, não são os meus verdadeiros Pais. Se fossem tinham-me levado com eles, não é?
- Até um certo ponto tens razão Eleane, mas tens que pensar que, se calhar, foi para teu bem que te deixaram, não achas?
- Talvez, mas os meus verdadeiros Pais serão aqueles que me levarem para todo o lado onde forem.
Depressa chegou a noite de Natal. Todos andaram num virote o dia todo para o jantar sair uma coisa de luxo. Havia diversos doces, sobremesas, aperitivos e do bacalhau nem se fala. Só de pensar nele... estivessem lá que viam o que é que eu quero dizer.
Durante o jantar fartaram-se de rir. Via-se que havia alegria e felicidade naquela família...Oh! Desculpem, família por alguns dias, claro.
- Agora tenho que ir para a cama, não é Senhora Catarina. É para o Pai Natal me trazer uma prenda.
- É sim, Eleane. Pode ser que o Pai Natal te traga uma prenda diferente das que te tem trazido. Amanhã de manhã, quando te levantares, já deves ter qualquer coisa no sapatinho. - disse ela.
Naquela noite custou-lhes a adormecer. Talvez por ser véspera de Natal, talvez por...
- O que será que a Senhora Catarina e o Senhor Sérgio me vão oferecer? - pensou a pequena.
- Achas que ela vai gostar das prendas que lhe compramos? - perguntou o Sérgio.
- Acho que sim, pelo menos comprámos com gosto e sem olhar a preços. - respondeu a Catarina.
Ainda não eram sete da manhã, já a pequena batia à porta do quarto do casal.
- Senhora Catarina... Senhor Sérgio, posso ir ver o que é que o Pai Natal me trouxe? Posso? Prometo não estragar o presépio. - perguntou a pequena como se fosse uma coisa extraordinária. Como se nunca tivesse tido um Natal e aquele fosse o seu primeiro... e até de certo modo era-o.
(Continua)
sábado, janeiro 28, 2006
Eleane (em memória do meu passado) - 2º Capitulo

Trouxeram-lhes uma menina que aparentava ter 8 ou 9 anos no máximo. Tinha cabelos curtos e loiros, e olhos de um azul escuro. Vestido, trazia uma saia xadrez e uma blusa branca rendada no colarinho. Quando os viu, os seus pequenos olhos brilharam de alegria, mas ao mesmo tempo, apresentava uma expressão de desconfiança.
- Como é que te chamas, minha pequena? - perguntou a Senhora, que até então tinha estado calada.
- Eleane, minha senhora. - respondeu a pequena.
- Só Eleane?
- Só! Sabe, ela quando veio para cá tinha dois anos e os seus pais emigraram. A partir daí, nunca mais soubemos nada deles. Apenas que se chamava Eleane. - interpelou a Senhora da casa.
- É um nome bonito, sabias? - disse o Senhor.
- Dizem que é... - respondeu a pequena.
- E quantos anos tens?
- Tenho nove. – respondeu.
- Então já estás uma mulherzinha. - afirmou a Senhora.
A pequena riu-se da observação feita pela jovem senhora.
- Quando é que os Senhores pensam trazê-la de volta?
- Bem, se não houver problemas de maior, seria no dia 27. Acha bem?
- Não! Por mim não há problema! Apenas terá então que preencher alguns papeís, meras formalidades, como deve compreender.
Os dois dias seguintes passaram num abrir e fechar de olhos. Ele foi, passeios, diversões, brincadeiras, risos e muita conversa a mistura. Na rua quem olhasse para aquelas três pessoas diria sem hesitar:
- Olha para aquele casal feliz a passear com a sua filha. Até dá gosto ver uma família assim.
- Sabes Eleane, amanhã é a véspera de Natal! - exclamou a Senhora.
- Sei sim. Mas o que é a véspera de Natal? - perguntou a pequena.
- A véspera de Natal significa que no dia seguinte o Menino Jesus nasceu numa manjedoura em Belém e não num palácio. A família junta-se toda, faz-se um jantar especial onde se come coisas muito boas, e os mais pequenos como tu vão para a cama cedo, que é para o Pai Natal trazer muitas prendas. - respondeu ela.
sexta-feira, janeiro 27, 2006
Meu Porto de abrigoTantas chamadas que recebi
Tantas palpitações que senti
O Amor tem destas coisas
E nem é preciso sermos noivas
Livro pra traduzir
Escada de subir
Tantos queijos por correio
E noitadas pelo meio
Ramos de Rosas pla manhã
Na cama ou no divã
Web câmaras com sorrisos
Apesar de muitos avisos
Serões no serviço
Marido e filhos nem por isso
Desejos e tensões
Mais beijos e sensações
No telemóvel nomes típicos dos Açores
O baixo-ventre com arrepios e tremores
Controle remoto do computador
Talvez um Porche aí que dor
Cafés da manhã com ternura
Chamadas telefónicas com doçura
Tanto amor para lhe dar
Pedro contigo eu quero casar
27 de Janeiro de 2006
(pequeno poema feito em jeito de carolice, pensamentos perdidos onde a musica de fundo é a Ternura dos 40)
terça-feira, janeiro 24, 2006
Eleane (Em memória do meu passado)

Em 6 capitulos, por assim dizer, aqui irei por um conto escrito por mim em tempos idos...para variar.
Eleane
(Em memória do meu passado)
Eles tinham-se casado há bem pouco tempo. Cerca de um mês e meio. Devido à vida que ele tinha levado até então, achou que devia fazê-lo, e ela concordou.
Desde os seus 8 anos que tinha andado de casa em casa, sem lugar fixo onde ficar. Hoje em casa dos tios, amanhã em casa da madrinha..."Vivia" como se fosse uma bola de Ping-Pong, que é empurrada de um lado para outro.
Nunca tinha tido um Natal como sonhara. Não é que sonhasse com uma coisa fora do vulgar. Não! Coitado dele, sonhava apenas com um Natal em família. Um Natal em que sentisse Amor, Carinho, Ternura e Paz. Prendas? Isso era para ele supérfluo. Apenas o calor humano de uma família bastava-lhe.
Até se ter casado, esse sonho continuou isso mesmo, Um Sonho.
Sempre pensou que, se não se realizasse esse sonho para si, quando pudesse, torná-lo-ia verdadeiro para quem ainda fosse um sonho.
Ambos foram aquela pequena casa, onde muitas crianças sem família, pensavam como ele em tempos pensara: ter um Natal.
- Os Senhores, preferem menino ou menina? - perguntou a Senhora responsável por aquela casa.
- Tanto faz! - responderam.
- E têm preferência na idade? - insistiu de novo a Senhora.
- Dos 8 aos 10, isto se for possível.
- E posso saber o porquê? - perguntou-o com um ar desconfiado.
- Talvez, porque, nestas idades, os sonhos que têm começam aos poucos a desvanescerem, e a não acreditarem neles. Aos poucos vão-se tornando em pesadelos e começam a duvidar de tudo e de todos que os rodeia. Aos poucos fecham-se para o mundo. Compreende a Senhora onde eu quero chegar?
- O Senhor é que sabe! Eu cá por mim só não quero é que maltratem as minhas crianças, de resto... todos os que aqui vêm, lá têm as suas razões.
(continua)
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Sentimento sentido
Chora se te consola e acalma
Porque essas lágrimas
Vêm de dentro do teu Coração
Como a pureza dos sentimentos
Que tens pela pessoa que partiu
Chora tudo agora
Pelo corpo que aí está
Frente a ti
E que à terra irá ser depositado
E em pó se transformará
Essa dor que dentro de ti sentes
É um misto de tristeza profunda
E alegria imensa porque
À terra será apenas um aglomerado de células
Enquanto a Alma, essa, libertou-se e está junto de Deus
Lembra-te
Meu bom Amigo
Que a mortalidade do corpo
Contrasta com a imortalidade da essência
E apesar do corpo deixar de se ver
Sentirás sempre a presença dela no teu âmago
Com o tempo
Deixarás de sentir essa dor
Da separação forçada, dura e brutal
E passarás a sentir a presença
Afável, meiga e conselheira por vezes
Qual Anjo junto de ti.
11 de Janeiro de 2006
Porque essas lágrimas
Vêm de dentro do teu Coração
Como a pureza dos sentimentos
Que tens pela pessoa que partiu
Chora tudo agora
Pelo corpo que aí está
Frente a ti
E que à terra irá ser depositado
E em pó se transformará
Essa dor que dentro de ti sentes
É um misto de tristeza profunda
E alegria imensa porque
À terra será apenas um aglomerado de células
Enquanto a Alma, essa, libertou-se e está junto de Deus
Lembra-te
Meu bom Amigo
Que a mortalidade do corpo
Contrasta com a imortalidade da essência
E apesar do corpo deixar de se ver
Sentirás sempre a presença dela no teu âmago
Com o tempo
Deixarás de sentir essa dor
Da separação forçada, dura e brutal
E passarás a sentir a presença
Afável, meiga e conselheira por vezes
Qual Anjo junto de ti.
11 de Janeiro de 2006
Para o meu Amigo Luís Nunes que está a passar uma fase menos boa.
sexta-feira, janeiro 06, 2006
Apenas um número

Para muitas pessoas, ingenuos talvez, trata-se apenas de um numero
Para outras pessoas, mais atrevidas, trata-se de uma posição sexual
Por fim, para as mais maduras e sensatas, trata-se apenas de uma maneira naif da apresentação do equilibrio espiritual e mental entre o bem e o mal, que se pode ver no seguinte simbolo, muito antigo por sinal:

terça-feira, janeiro 03, 2006
quinta-feira, dezembro 29, 2005
terça-feira, dezembro 27, 2005
Templo do Senhor
Quando entro na tua casaSenhor
Sinto uma enorme paz
Dentro de mim
Quais vasos sanguíneos
Que percorrem todo o meu ser
Quando na tua casa entro
Senhor meu Deus
Sinto os meus pecados
Mais recônditos
A virem ao de cima
Da imundície dos pensamentos
E serem purgados
Qual pecador assumindo a sua impureza
Quando entro na tua casa
Meu Deus e Senhor
Ouço as palavras que tens para nos dizer
E sinto-as no fundo do meu coração
Como se a mim
Fossem especialmente dirigidas
E por breves momentos
iluminam a minha essência
Quando aqui entro
E vejo o teu Filho
Ali
Pregado na cruz
Invade-me uma tristeza
Profunda por sinal
Por não ser capaz
De dar a outra face
Ou perdoar a quem me ofendeu
Quando entro aqui
Sinto-me renascido
Qual pedido de perdão
Em nome do pecado original,
Dos meus pensamentos
Palavras, actos e omissões
Aceite por ti sem duvida alguma
Apesar de todas as minhas incertezas
Meu Deus e Senhor.
27 de Dezembro de 2005
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Natal
e deixam um pouco de si
os meus mais sinceros votos
de um Santo Natal
com Amor, Paz e Alegria
sem esquecer a Esperança
e a Fé num mundo melhor.
terça-feira, dezembro 20, 2005
quinta-feira, dezembro 15, 2005
N A T A L

Hoje é dia de Natal.
O jornal fala dos pobres
em letras grandes e pretas,
traz versos e historietas
e desenhos bonitinhos,
e traz retratos também
dos bodos, bodos e bodos,
em casa de gente bem.
Hoje é dia de Natal.
- Mas quando será de todos?
Sidónio Muralha
Obras Completas do PoetaLisboa, Universitária Editora, 2002
quarta-feira, dezembro 14, 2005
terça-feira, dezembro 13, 2005
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Minha Vela

Este corpo mortal
Onde provisoriamente habita
A minha alma imortal
É como uma caravela
Em alto mar
Buscando novos mundos
Este corpo mortal
Qual caravela
No meio de ventos bonançosos
Onde o sol expande toda a sua luz
Ou no meio de severas tempestades
Onde as gotas parecem facas afiadas
Necessita de velas abertas ao vento
Este corpo mortal
Ao qual estou preso
Meu Deus e Senhor
Por vezes esquece-se
Do teu Filho Jesus
Meu irmão
Minha vela que faz andar
Esta caravela que é a minha Alma
terça-feira, dezembro 06, 2005
quinta-feira, dezembro 01, 2005
quarta-feira, novembro 16, 2005
quinta-feira, novembro 10, 2005
Duas obras de arte - O mesmo artista (Miguel Angelo)


Duas obras primas do mesmo artista. A primeira pouco conhecida, datada de 1550, a segunda, mundialmente famosa, datada de 1499. Qualquer uma delas dá pelo mesmo nome. A primeira, segundo dizem, é o artista (na pele de Deus) a segurar o Filho Jesus, tendo o apoio dos Anjos da Guarda, a segunda é a mãe de Cristo com ele nos braços, qual mãe a segurar o seu filho depois deste se ter separado em dois (a parte carnal à terra, a parte espiritual à origem).
Duas belas imagens dignas de aqui serem mostradas.
Agradeço a quem souber onde arranjar a primeira para pintar, seja em gesso, marfinite ou outro material, que me diga.
quarta-feira, novembro 09, 2005
Uma linda historia de Amor

Recebi esta pequena historia por mail. Como é sentimental e dá que pensar aqui fica para, quem quer que por aqui passe lei-a e pense um pouco sobre o DAR e RECEBER.
Vale a pena ler tudo, mesmo que possa ter lido antes.
"Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no estacionamento. Chovia muito e já era noite, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou o seu carro e aproximou-se.
O carro dela cheirava a tinta, por ser tão novo.
Iria ele fazer alguma coisa? Não parecia seguro, parecia pobre e com fome. Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse: - Eu estou aqui para ajudar a senhora, não se preocupe. - Por que não espera no carro onde está quentinho?
- A propósito, chamo-me Renato.
Bem, tudo o que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era mau.
Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.
Logo ele já estava trocando o pneu.
Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele.
Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Renato apenas sorriu enquanto se levantava...
Ela perguntou quanto devia.
Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela.
Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado.
Renato não pensava em dinheiro, aquilo não era um trabalho para ele.
Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe havia ajudado bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.
E respondeu:
- Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar.
E acrescentou:
- E lembre-se de mim.
Esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimente, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.
Alguns quilómetros abaixo a senhora parou seu carro num pequeno restaurante.
Entrou para comer alguma coisa.
Era um restaurante muito simples, e tudo ali era estranho para ela.
A empregada veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.
A senhora notou que a empregada estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.
A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.
Então se lembrou de Renato.
Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a empregada buscava troco para a nota de cem reais, a senhora se retirou.
Já tinha partido quando a empregada voltou.
A empregada ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de R$100.
Existiam lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.
Dizia: Você não me deve nada, eu já tenho o bastante.
Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando.
Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém.
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir, e a empregada voltou ao trabalho.
Naquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto?
Com o bebé que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil!
Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: Tudo ficará bem; eu te amo...Renato!
Pense nisso, e se você quiser me pagar por este e-mail, retransmita-o aos seus amigos e não deixe isto morrer com você...
A VIDA É ASSIM... UM ESPELHO... TUDO QUE VC TRANSMITE VOLTA PRA
VOCÊ E
GERALMENTE EM DOBRO...
"Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. Lc 6.38"
Tenha uma Semana abençoada em nome de Jesus. "
domingo, novembro 06, 2005
Todos os dias
Umas
Germinam
Crescem e dão frutos
Enquanto outras
Não chegam a passar disso
De meros pensamentos.
27 de Setembro de 2005
quarta-feira, novembro 02, 2005
Lugar Sagrado

Como o próprio titulo induz, este sitio, "descoberto" à dias, tem sido um local sossegado, calmo, cheio de paz e luz, onde me banho. Aqui compartilho parte dele:
"Imagino Jesus, sentado ou de pé, junto a mim.
Falo-lhe do que sinto e oiço-O, como dois amigos íntimos."
Porque não, de quando em vez ir-mos lá e saborear-mos o que nos é dito?
Aqui fica o endereço.
segunda-feira, outubro 31, 2005
terça-feira, outubro 25, 2005
Olhos negros
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