
Como gostaria de ser canela
Amarga mas sensual para
Por sobre o teu corpo
Quente e doce
Cair ligeiramente
E arrefecer esse calor
Interior e desenfreado
Meu lindo e querido
Pastel de nata
26 de Setembro de 2006
Aqui será a areia fina...a falésia...onde, entre voos, poisarei para descansar e meditar, depois voltar a voar entre o azul do mar e o azul do céu.

Esses teus olhos cor de maresia

Olhos como os teus
Nos teus olhos
Os meus olhos
Neste dia, de chuva por sinal, apeteceu-me um gelado, vai-se lá saber o porquê mas…apeteceu-me.
Ingredientes:
Neste café de nome Aliança
À comida com fartura
Que dá para uma festança
Até à beira da loucura
Empregados com brio
Com patrões a desejar
E clientes sem frio
Por a bebida alegrar
A Linda de nome por certo
É simpática até mais não
Tem sempre um sorriso aberto
E por todos admiração
O Jorge calmeirão
Atura à noite os copitos
É um tipo simpático e bonacheirão
Para árbitro só lhe falta os apitos
Da Terra-chã veio o Carlitos
Honestidade não lhe falta
Oxalá as pizzas não lhe tragam conflitos
Nem muitas noites com a malta
A Susana de São Sebastião
Diz-se meiga e carinhosa
Às vezes mais parece um pião
Outras vezes é toda cor-de-rosa
Cátia minha Amiga
Mulher que há luz já deste
Aqui te deixo esta cantiga
Para quem és um astro celeste
O Jaime que é um Senhor
Já é historia da nossa gente
De toda a estima é merecedor
E com todos é paciente
Neste café de nome Aliança
Anilha ou argola tanto faz
Todos os outros são semelhança
Do que este é capaz.
Sanjoaninas 2006
E quando a Lua